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Sexualmente ativos por toda
a vida. Segundo os especialistas, o preconceito e
a falta de informação atrapalham o desenvolvimento
da sexualidade na terceira idade, não existe o
vovô tarado ou a vovó safada só porque
gostam de sexo. Há mudanças físicas, sim,
mas elas não são as responsáveis pelo fim da
intimidade entre o casal. Na avaliação dos
sexólogos, as barreiras são socioculturais, ou
seja, a idéia de que o
sexo é privilégio dos mais jovens e que não pode
fazer parte da idade madura. Para quem tem essa
visão, aos mais velhos cabe o amor platônico,
pré-adolescente.
No
homem, diferentemente da
mulher, existe um período subsequente ao
orgasmo que é o período refratário, onde o homem
não é capaz de vir a apresentar uma resposta
sexual completa, apesar da presença do estímulo
sexual. Nesse caso, na maioria das vezes ele não
apresenta uma ereção ou, se esta estiver presente,
não virá acompanhada de ejaculação. Este período
refratário é bem maior no homem idoso. Pode durar
minutos, horas ou dias.
Do
bolso do microempresário Nélson Oliveira, 66, não
sai um tostão para comprar Viagra. E ele garante
que, desde que se casou, há 48 anos, transa
diariamente com a mulher. Ao lado, Néia, 65, só
confirma. "É sim, é sim."
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Quando o assunto é
desempenho sexual, com frequência se apela a uma testemunha
-ainda mais quando quem fala é alguém do sexo masculino e de
terceira idade.
Feitas as
contas, Oliveira teve com a mulher 17.540 relações nesses
quase 50 anos, pontual como um relógio cuco e sem ajuda
química.
Esse índice de
"abstenção zero" pode gerar polêmica, mas, a julgar pelo
Datafolha, a vida sexual após os 60 é mais movimentada do que
prega a maledicência popular, que costuma enxergar na terceira
idade o fim do erotismo.
Quase metade dos
idosos ouvidos na pesquisa declara ter relações sexuais -um
quarto deles, uma vez ou mais por semana. Mesmo na faixa dos
maiores de 75, 24% se revelaram sexualmente ativos.
Os mais afoitos
podem dizer que, com o advento das drogas para disfunção
erétil, agora é fácil. Só que 88% dos homens entrevistados
dizem nunca ter usado remédio, embora até admitam alguma
mudança no desempenho.
É claro que
as necessidades sexuais do idoso são diferentes das do jovem,
pois as pessoas mais velhas vivem outro momento da
vida, prezam mais a intimidade com seu
companheiro ou companheira do que, por exemplo, a freqüência
das relações sexuais. O sexo entre pessoas mais velhas é muito
natural e importantíssimo para manter a qualidade de vida,
pois ajuda a perder peso, melhora o apetite e a digestão, além
de favorecer a circulação sanguínea. Ou seja,
não há contra-indicações.
A penetração é
apenas uma forma de usufruir dos prazeres sexuais que a
natureza nos proporcionou. Mesmo que o homem perca a
capacidade de ereção, as suas mãos e o tato são uma
fonte eterna de prazer, raramente perde-se a
habilidade em usá-las e pesquise as zonas erógenas.
Hoje a
medicina está muito avançada e todos podem usufruir dessas
novas alternativas. Deve-se
sempre buscar opinião médica, pois assim teremos uma
recuperação da atividade sexual melhorando a qualidade de
vida, o humor, estimulando o desempenho do cérebro e
prolongando a vida.
ABRA SUA
MENTE !
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VOCÊ EM CONEXÃO
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PERGUNTE AO ESPECIALISTA
Será que meu filho é Gay?
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Tenho um filho de
10 anos, porém, de algum tempo para cá, ele vem
demonstrando comportamento
estranhos e delicados. Eu, e meu esposo tenhamos observado
que ele não brinca com os amiguinhos dele, ou
seja, quando brinca percebemos que os gestos dele é
diferente dos outros. Será que meu filho é gay?.
Existe um meio de eu descobrir e ter essa certeza, pois já estou
preocupada, assim como meu esposo. Prefiro não dizer
meu nome, por isso que estou usando o pseudônimo.
Mãe Preocupada, Campinas -SP
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Prezada
Mãe preocupada, eu entendo que isso deve estar
fazendo uma confusão na sua cabeça. Porém, talvez a sua
dúvida esteja relacionada a ele ser ou não homossexual.
Segundo Freud o desenvolvimento psico-sexual são
distribuídas em cinco fases:
Fase Oral período: de 0 a 1 ano; Fase
Anal período: 2 a 4 anos; fase Fálica período: de 4 a 6
anos; e por fim a fase de Latência período: de 6 a
11 anos; Fase Genital período: a partir de 11 anos. Bem
cada uma dessas fases têm uma característica própria,
seu filho atualmente está na penúltima fase, ou seja,
como você narra ele tem ainda 10 anos idade. Pois bem,
este período a criança tem por característica principal
um deslocamento da libido da sexualidade para atividades
socialmente aceitas, ou seja, a criança passa a gastar
sua energia em atividades sociais e escolares.
Percebe-se que alguns gestos e
comportamentos são derivados da sua fase, independente
de como são postos tais gestos. Numa visão pedagógica e
psicopedagógica até os 12 anos, a criança está no mundo
lúdico, ou seja, em seu mundo mágico.
Piaget
considera 4 períodos, ou estágios no
desenvolvimento humano, e seu filho encaixa-se no 3º
estágio (período) chamado de
Operações concretas que
ocorre dos 7 a 11 ou 12 anos de idade. Neste período o
egocentrismo intelectual e social que caracteriza a fase
anterior dá lugar à emergência da capacidade da criança
de estabelecer relações e coordenar pontos de vista
diferentes, por exemplo em
relação
as brincadeiras, segundo Piaget, é essencial na vida da
criança, e que a criança repete uma determinada situação
por puro prazer, por ter apreciado seus efeitos. Então,
numa análise baseada na idade de seu filho, isso não
significa que ele é gay, somente por ele apresentar
certos gestos, ou um jeito de brincar diferente das
outras crianças.
Cabe a ressaltar
também, que a homossexualidade não é doença, pois
percebo que sua preocupação
está muito associada a preconceito e ao sexo gay. Mas o
caminho não é por aí. Recebo por semana, vários e-mails
de país com dúvidas e preocupações semelhantes a sua.
Fazer um diagnóstico por meio de uma publicação, ou de
comunicação seja na Tv, Rádio, Jornal, seria uma decisão
anti-ética da minha parte. Por isso, só posso trabalhar
com hipóteses com base no caso narrado. Hoje em dia, só
baseado em comportamento do dia-a-dia, é muito difícil
você chegar numa conclusão sem antes fazer uma
análise mais profunda. Alguns profissionais até mesmo da
área de psicologia afirma que, só percebemos se a pessoa
é, ou não é, após a formação de sua personalidade, ou
seja, após os 18 anos de idade em diante. Portanto, essa
afirmação não é verdade, pois conhecemos homens que
passaram sua vida de infância, adolescência, se casaram
no modelo padrão apenas para satisfazer seus familiares
e a sociedade, porém quando chega na terceira idade, ou
antes se separam. E quando não separa leva uma vida
dupla.
Observe
que comportamento não quer dizer, e nem vai determina se
a pessoa é hétero ou homossexual. O que quero dizer, é
que apenas uma pessoa não se revela a sua família quem
ela é sexualmente através de seu comportamento, e muito
menos a família e demais pessoas que as rodeiam irão
descobrir. As vezes a sociedade julga um homem, apenas
por ele ser delicado, gentil etc, quantas vezes ouvimos
alguém dizer: aquele cara é gay!, ou aquele homem é gay,
ou seja, afirmamos e deduzimos algo, ou julgamos alguém
somente através de seu comportamento, e na maioria das
vezes este tal cara, tal homem, é casado e leva uma vida
normal com sua mulher. Já o outro cara, o outro homem,
por ele estar se comportando por meio de um modelo
tradicional, social, tem voz grossa, tem postura
elegante e machista, logo afirmamos, ou até mesmo
garantimos que não é homossexual. Entretanto, a
sociedade vive num modelo padronizado, tradicional e
quando obedecemos o modelo dela então, fazemos parte
dela, então somos aceitos da forma que ela quer nos veem.
Muitos país, vivem ainda o modelo tradicional, e tem
muito medo de seus filhos seguirem um novo modelo, por
isso existe pai, ou mãe que obriga o filho a seguir seu
padrão, o filho o segue e obedece tal padrão
disfarçadamente, somente para não decepcioná-los.
E, então, como saber se meu
filho, ou meu esposo é gay?
Homossexualidade não é uma doença, porém não é uma coisa
tratável. Homossexualidade é nato, a pessoa já nasce
assim, ninguém opta por ser homossexual, assim como
ninguém opta por ser heterossexual. Ninguém vira
homossexual assim como ninguém vira heterossexual. Porém
muitos descobrem ainda muito cedo outros descobrem mais
tarde, uns assumem logo cedo, outros assumem mais tarde,
uns preferem não assumir, mas se aceita, outros preferem
não assumir e não si aceita.
Saber ou não, se uma pessoa
é homo não é uma tarefa tão fácil para muitos leigos, ou
para até profissionais que estudou ,ou estuda o
ser humano. Pois bem, diagnosticar, em grego significa
discernir, reconhecer separando. Contudo, para
separar esses conjuntos e descobrir o que queremos só
através de uma análise psicanalítica mais minuciosa, ou
seja, por meio de uma análise por símbolo e
individuação, Jung utiliza o termo símbolo para se
referir algo que oculta e esconde por trás da imagem de
uma pessoa. Nesta linha de raciocínio a pessoa é
analisada através de associação de palavras e por ser
uma "imagem" o símbolo estimula todo o nosso ser,
provocando uma reação a algo que nos afeta e convoca o
diálogo. Quando escondemos algo, ou tentamos reprimi-lo
que Jung chama de sombra, este elemento psíquico pessoal
e coletivo que permanecem inconsciente formando uma
personalidade parcial. Por ser relativamente autônoma,
com tendências opostas ou complementares à atitude
habitual do eu (ego), a pessoa se apresenta na forma de
símbolos aquilo que é repreensível.
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Valdivino Alves de Sousa,
é Pedagogo, Psicanalista Clínico (SBPI 10/735), Psicopedagogo clínico,
escolar e organizacional,
Mestrado em Psicologia
Organizacional e Doutorado em Psicanálise Clínica.
Coordenador do curso de Formação em Psicanálise
Cínica, diretor pedagógico da Faculdade Avançada
de Ensino Superior (FAES) e Professor de várias
disciplinas.
Corpo Secundário:
Matemático,
Contador, Consultor Tributário e Empresarial, cursando o
último semestre do curso de Direito (inscrito na OAB-SP).
Responsável pela Alves Contabilidade & Consultoria
Tributária e Empresarial, autor de 06 livros
Possui vários artigos encontráveis
em sites, revistas
e jornais.
Atualmente apresenta o
programa "Encontro Consigo Mesmo" na Rádio Web
Educativa, e
tem coluna no
portal Visão Observatória,
escreve
sobre: Educação, Comportamento Humano,
Relacionamento e Desenvolvimento da Inteligência,
Direito e outros assuntos.
Colaborador do
Jornal da Cidade e Jornal Leopoldinense,
com matérias e artigos com publicações diárias e
semanais. Autor de 06 livros.
Contato:
E-mail:
valdivinoalves.psi@uol.com.br
Site:
www.valdivinoalves.com.br
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A Influência da Raiva no Ambiente de Trabalho
Na perspectiva e no olhar do RH |
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As emoções são
indispensáveis à nossa vida. São elas que nos
fazem únicos, é o nosso comportamento emocional
que nos diferencia uns dos outros. A natureza e a
extensão do nosso repertório de respostas
emocionais não dependem exclusivamente do nosso
cérebro, mas da sua interação com o corpo, e das
nossas próprias percepções do corpo.
O ser humano é um
indivíduo eminentemente dado a emoções e “as
emoções tem um papel importante em nossas vidas.
Elas dão cores a nossos sonhos, lembranças e
percepções, e quando perturbadas, contribuem de
forma significativa para as desordens
psicológicas. | |
Emoção, no uso
corriqueiro, significa sentimentos. No entanto os psicólogos
definem e estudam as emoções como referência seus três
componentes básicos: cognitivo, fisiológico e comportamental.
(Huffman, Mark Vernoy e Judith Vernoy, 2003).
A emoção da raiva,
por sua vez é uma resposta a algum tipo de dor (física,
mental, ou de outra natureza).
A palavra emoção
descreve movimento para, em direção a. Uma emoção é o
movimento de resposta a um estado de excitação de prazer ou de
desprazer. A raiva é considerada como uma emoção simples,
assim como o medo, que leva a uma resposta direta. A ira, já é
uma reação a uma dor mais severa e tem uma qualidade
destrutiva. O ego participa na expressão dessa emoção, mas,
pouco. Diferente da fúria, que é como um turbilhão onde não há
discriminação nem controle do ego.
Por outro lado, tanto o medo
quanto à raiva são emoções de emergência que mobilizam a
musculatura do corpo. Quando estamos com raiva, a energia se
move dos pés para o topo da cabeça. Quando estamos com medo a
energia vai para baixo. A cabeça vai para trás e os ombros se
encolhem. A relação entre as duas emoções é tal, que se a
direção dos movimentos for invertida uma se torna a outra.
Isto é, se uma pessoa que está com medo ataca, ela vai ficar
com raiva e sem medo. Se no ataque a pessoa se retrai, ela vai
sentir medo e desiste do ataque. Vemos então que
energeticamente essas emoções são polares.
As emoções
humanas e os escritórios.
Significativas
mudanças estão ocorrendo no modo de empresariar das
organizações de uma maneira geral. Essas mudanças vão desde o
ambiente econômico, geográfico, como o social e, como não
poderia ser diferente, nos trabalhadores que são afetados
diretamente pos estas transformações. Os empresários e todos
os gestores organizacionais reconhecem a necessidade de ter
seus clientes satisfeitos e leais. Porém, “nem todo gestor
entende a necessidade de gerar satisfação e lealdade entre os
seus funcionários. Contudo, o fato é que o índice de
funcionários que se mantêm na empresa está fortemente
associado aos índices de manutenção de clientes”. São
pouquíssimas as organizações que tem esta percepção e/ou se
valem dessa correlação empregado-cliente. Outros dados
importantes são as transformações dos escritórios a partir dos
anos 90, deixando muitas organizações repletas de funcionários
insatisfeitos, estressados e inseguros.
Assim, estresse e
insatisfação no trabalho podem exercer um grande impacto sobre
a saúde e o bem-estar dos trabalhadores gerando significativos
problemas, tais como: saúde debilitada; absenteísmo e
rotatividade; baixo compromisso organizacional; violência no
local de trabalho; e outros. Gerando, no limite, entre outros
sentimentos, raiva acumulada e potencializada. Outro fator
relevante que gera fortes impactos nos escritórios é, a partir
das décadas de 80 e, principalmente, 90; que são as
reestruturações empreendidas nos escritórios por conta das
diversas crises estruturais após o esgotamento (nos países
centrais, primeiramente) do padrão de acumulação taylorista/fordista,
pela internacionalização do capital e por uma acirrada
concorrência capitalista, objetivando significativa
concentração de capital.
Estas mudanças
suscitam novas práticas na gestão de pessoas, a saber:
-
A demanda por
altos níveis de escolaridade nas contratações;
-
A valorização da
mobilidade da carreira (e sua individualização);
-
Avanços nos
processos de avaliação (de desempenho e outros);
-
Compromisso e
comprometimento versus empregabilidade;
-
Educação
continuada;
-
Desmistificação
da carreira hierarquizada;
-
Entre outros
A necessidade de
um mercado em constante expansão e inovação, onde o consumo e
a velocidade são “demandas” necessárias às organizações, têm
levado uma série crise na esfera do trabalho.
Tal crise passa
pelo desequilíbrio do indivíduo, sua inserção no meio social e
sua saúde física e mental ameaçadas. Estes fatores levam ao
que Frost categorizou como “emoções tóxicas”.
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